Campanha Preciso Viver - Abril
A campanha acontece todos os anos em alusão ao Dia Nacional de Combate ao Câncer. Milhares de pessoas enfrentam o câncer com coragem e determinação. A campanha Preciso Viver reforça a importância de garantir que todos tenham acesso contínuo ao tratamento, porque cada vida importa!
Campanha Preciso Viver 2026
Release Preciso Viver 2026
Em um mundo cada vez mais acelerado, onde o tempo é tratado como moeda e a produtividade como medida de valor pessoal, a Rede Nacional de Combate ao Câncer (RNCC) lança a campanha “Pausar também é saber viver”, um convite à sociedade para repensar a relação com o tempo, o corpo e a mente.
A iniciativa nasce a partir de uma reflexão simples, mas poderosa: quantas vezes nos sentimos culpados por parar? Em meio à chamada “cultura da pressa”, somos constantemente pressionados a produzir mais, responder mais rápido e estar sempre disponíveis. Esse ritmo intenso tem consequências diretas — aumento de estresse, ansiedade, esgotamento físico e emocional, além do burnout, já reconhecido pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como uma síndrome ocupacional.
A campanha propõe uma mudança de olhar: pausar não é perder tempo, é investir em si. O ato de desacelerar permite reflexão, melhora o foco, estimula a criatividade e favorece o equilíbrio emocional — aspectos essenciais para uma vida mais saudável e sustentável.
A pausa como parte da cura
No contexto do tratamento do câncer, a pausa ganha ainda mais significado. Cada etapa — consultas, exames e terapias — exige não apenas força física, mas também equilíbrio emocional. Respeitar o tempo do corpo e da mente torna-se parte fundamental do processo de cuidado.
A campanha reforça que há dias de força e dias de descanso, e ambos são igualmente importantes. A pausa, nesse cenário, é vista como um espaço de respiro entre desafios, onde o paciente pode reencontrar esperança, fé e energia para continuar.
Impacto em diferentes áreas da vida
A proposta da campanha se estende para além do ambiente da saúde, alcançando também o trabalho, a educação e a terceira idade:
No ambiente de trabalho, incentiva a adoção de micro pausas ao longo do dia, a criação de espaços que valorizem o bem-estar e a implementação de programas de apoio emocional, combatendo o mito da produtividade constante.
Nas rotinas escolares e acadêmicas, destaca a importância de ensinar que o descanso faz parte do aprendizado, incentivando práticas como respiração consciente e reduzindo a cultura da sobrecarga.
Na terceira idade, a pausa é ressignificada como um momento de viver o presente, fortalecer vínculos e resgatar o prazer em atividades simples, como música, arte, jardinagem e convivência.
Um convite à escuta e ao equilíbrio
Mais do que uma campanha, “Pausar também é saber viver” é um movimento de conscientização coletiva. A proposta é estimular uma cultura de autocuidado, onde desacelerar não seja visto como fraqueza, mas como um gesto de inteligência emocional e respeito aos próprios limites.
“Quem nunca desacelera, perde a chance de se escutar.”
A campanha reforça que, em meio à correria do dia a dia, é na pausa que nos reconectamos com o que realmente importa. Para a presidente da Rede Nacional, Alessandra Sampaio, esse é um convite essencial: “Pausar não é parar, é cuidar de si para seguir mais forte. É nesse momento de respiro que conseguimos ouvir nosso corpo, acolher nossas emoções e valorizar aquilo que realmente dá sentido à vida.”
Campanha Preciso Viver 2025
Release Preciso Viver 2025
Diante da emergente deterioração da saúde pública brasileira, e a necessidade urgente de avanços e melhorias no tratamento para pacientes oncológicos, a Rede Feminina Nacional de Combate ao Câncer lança a campanha PRECISO VIVER 2025: “Priorizar o financiamento do SUS salva vidas oncológicas”.
O Sistema Único de Saúde (SUS) é um dos maiores e mais inclusivos sistemas de saúde do mundo, atendendo mais de 200 milhões de brasileiros. No entanto, enfrenta desafios críticos relacionados ao seu financiamento. O subfinanciamento crônico, agravado por crises econômicas e cortes orçamentários, impacta diretamente na qualidade e na abrangência dos serviços prestados. Atualmente, o debate sobre o financiamento do SUS envolve diversos setores da sociedade.
De um lado, especialistas em saúde pública defendem a necessidade de ampliar os recursos públicos destinados ao sistema, apontando que o Brasil investe apenas 4,1% do PIB em saúde, um dos menores índices entre países de perfil semelhante. De outro, há um apelo por maior transparência e eficiência na gestão dos recursos já existentes, para evitar desperdícios e melhorar a qualidade dos serviços. Existem algumas propostas para criar novas fontes de financiamento, como impostos específicos ou contribuições sociais, mas essas soluções enfrentam resistências políticas e econômicas.
O financiamento da Política Nacional de Prevenção e Controle do Câncer (PNPC) no Brasil ocorre por meio de uma articulação entre diferentes esferas de governo (federal, estadual e municipal) e de fontes orçamentárias específicas para o setor de saúde. Essa política é direcionada a ações de prevenção, diagnóstico precoce, tratamento e assistência de pacientes com câncer, de maneira integrada e resolutiva, considerando as demandas e realidades locais.
O voluntariado neste contexto, ao fortalecer o controle social, cria uma ponte entre a gestão pública e a sociedade civil. Isso ajuda tanto a melhorar a qualidade. dos serviços prestados quanto a garantir um financiamento adequado e eficiente para o sistema de saúde. Entre as medidas defendidas pela campanha estão:
1. Aumentar a destinação de recursos públicos: Revisão de políticas fiscais e priorização do SUS no orçamento nacional.
2. Aprovação de novas fontes de receita: Como impostos vinculados à saúde e contribuições sociais direcionadas. Atualização dos tetos orçamentários: revisar os limites financeiros estabelecidos pela Emenda Constitucional 95 para atender às necessidades crescentes da saúde.
3. Fortalecimento da gestão: Ampliação da transparência e eficiência nos gastos públicos. Com o apoio de todos, podemos garantir que o SUS continue salvando vidas e promovendo equidade em todo o Brasil. Acompanhe nossas redes sociais e participe desta discussão tão importante. A campanha acontecerá durante os meses de abril e maio com intuito de mobilizar o maior número de instituições que trabalham no combate ao câncer e apoiando pacientes oncológicos. Será compartilhada e divulgada por meio de eventos presenciais, palestras educativas, entrevistas, campanhas digitais nas redes sociais e colaborações com influenciadores e organizações, visando mobilizar a sociedade civil, lideranças políticas e empresariais para refletir sobre as possíveis soluções para o financiamento do sistema.
Campanha Preciso Viver 2024
Uma das finalidades da Rede é o apoio aos familiares e, para o ano de 2024, a Campanha Preciso Viver traz como tema “Cuidando de Quem Cuida!” em um formato de campanha educativa e provocando a implantação de programas de atenção contínua a esse público. Quando uma família recebe o diagnóstico de uma pessoa com câncer, algumas situações passam a ser diferentes. A rotina do dia a dia muda. Os horários precisam ser adaptados entre consultas, exames, tratamento e responsabilidades de vida diária e trabalho. Ou seja, a pessoa em tratamento precisa contar com uma rede de apoio composta por familiares, amigos e cuidadores profissionais, por exemplo.
Os cuidadores de pacientes oncológicos, tanto os informais como profissionais e voluntários, enfrentam diariamente grandes desafios, porém o familiar responsável enfrenta uma vulnerabilidade ímpar diante da responsabilidade de zelar por um paciente oncológico. Neste papel desafiador, a carga emocional e física muitas vezes se sobrepõe, deixando-os expostos a todo tipo de fragilidades. A constante preocupação, a pressão para tomar decisões difíceis e a necessidade de equilibrar a própria vida tornam evidentes essas fragilidades. A empatia e o suporte tornam-se essenciais, pois, ao cuidar, eles também necessitam ser cuidados para enfrentar essa jornada complexa, com resiliência. Nesse sentido, alertamos para o cuidado integral dessa família, mostrando quão fundamental é Cuidando de Quem Cuida.
Cuidados com familiares: fazer rodízio com mais de uma pessoa cuidadora; ser acolhido nas demandas psicológicas; ter momentos de atividade física e alimentação saudável; cuidar do tempo de sono, se preciso, fazer revezamento; buscar equipamentos que auxiliem no melhor manejo do paciente; organizar-se enquanto rede de apoio; ter momentos de descanso; ser bem informado sobre a doença e efeitos colaterais do tratamento; organizar documentações e burocracias que auxiliem o paciente para evitar desgastes; evitar dívidas que afetem a saúde financeira da família, quando possível.
Cuidados com amigos: para os amigos que também estão envolvidos nos cuidados, é de suma importância manter as informações atualizadas do estado do paciente para situações de emergência; ofertar apoio psicológico; experienciar momentos de lazer em conjunto; resgatar identidade da amizade ou de um grupo de amigos; promover o acolhimento entre pacientes e amigos. Práticas integrativas como aulas de dança, musicoterapia, reflexologia, meditação, etc.
Cuidados com profissionais cuidadores: Observar para que haja um bom relacionamento entre paciente e cuidador; ofertar equipamentos e materiais necessários para o manejo do paciente; ofertar cadeiras e camas adequadas para descanso; ofertar alimentação. Participar de sessões de treinamento prático, ministradas por profissionais de saúde, para capacitar os cuidadores com habilidades específicas necessárias para melhor cuidar de pacientes oncológicos. Práticas integrativas e espirituais, aulas de dança, musicoterapia, reflexologia, meditação, etc.
A RENCC tem um projeto que capacita estes VOLUNTÁRIO/CUIDADOR através do núcleo de voluntários das instituições Estaduais. Estes voluntários/cuidadores são verdadeiros anjos para o sucesso do tratamento. O projeto se trata da capacitação destes voluntários cheios de boa vontade que doam seu tempo para uma outra pessoa que não tem tempo para cuidar de alguém ou mesmo nenhum familiar ou amigo que possa ser o acompanhante do paciente. Não importa a quantidade de tempo disponível, uma hora, meio dia ou o dia inteiro. O importante é ser solidário e se capacitar.
Alguns pontos importantes são fundamentais para se tornar um bom VOLUNTÁRIO/CUIDADOR:
• Ser maior de idade;
• respeitar as decisões familiares;
• ter uma capacitação base oferecida pela RNCC.
Campanha Preciso Viver 2023
CAMPANHA PRECISO VIVER 2023
Cuidados com a Saúde Mental do Paciente Oncológico Release A Rede Nacional de Combate ao Câncer – RNCC lança campanha Preciso Viver 2023. Todos os anos em alusão ao Dia Nacional de Combate ao Câncer, 08 de abril. A RNCC define um tema, baseado nas dificuldades de seus usuários/pacientes em comum acordo com os voluntários das 22 Redes estaduais.
Este ano o tema a ser discutido será: “Cuidados com a SAÚDE MENTAL do paciente oncológico”. O diagnóstico de câncer tem um impacto significativo na trajetória da pessoa que se tornará um paciente oncológico. O principal impacto é a assimilação e aceitação do diagnóstico por parte do paciente e familiares. A partir daí surgem: medos, incertezas e desconfortos psíquicos e físicos causados pela doença e por seu tratamento. Estes passam a ocupar lugar central na vida do indivíduo e dos seus familiares.
A preocupação em trazer o tema Cuidados com a SAÚDE MENTAL do paciente oncológico é justamente garantir a qualidade de vida e bem-estar, durante e após o tratamento do câncer, para o paciente e seus familiares. O novo paciente terá uma experiência multifatorial desconfortável e angustiante, de natureza psicológica, social, espiritual e física que podem interferir na habilidade de lidar efetivamente com a doença, seus sintomas e o tratamento, bem como continuar dando conta das demais demandas da vida.
Várias questões precisam ser discutidas, reconhecidas e tratadas durante o processo terapêutico. Principalmente por se tratar de uma doença que ainda apresenta preconceitos e estigmas mal esclarecidos que dificultam a procura por suporte psíquico dos pacientes, familiares e acompanhantes.
Dessa forma, elencamos os principais fatores a serem verificados:
• Baixo interesse dos próprios pacientes em discutir questões emocionais, já que privilegiam os sintomas físicos;
• Conhecimento insuficiente do tipo de apoio que podem receber; • Medo de ser rotulado;
• Paciente aguarda que o oncologista aborde o assunto;
• A fragilidade emocional propicia ou fomenta dúvidas e questionamentos com relação as suas crenças;
• Questionamentos como: o que eu fiz para merecer essa doença?
Em algumas situações sintomas como ansiedade e aspectos depressivos são considerados secundários ao físico. Em algumas situações, sintomas como ansiedade e aspectos depressivo são até considerados reações normais e isso impede o diagnóstico psíquico. É primordial que todos os profissionais da área de saúde sejam sensibilizados para essa abordagem.
Segundo um estudo internacional relevante veiculado no site da ONCOGUIA (2021), com 21 mil pacientes, a taxa de depressão pode variar entre 2% a 56% dos pacientes, enquanto 44% dos pacientes sofrem de algum grau de ansiedade e 23% têm sofrimento significativo. As maiores prevalências de depressão ocorrem em pacientes com câncer de pulmão (13%), câncer ginecológico (10,9%) e câncer de mama (9,3%). Mulheres mais pobres, jovens e pessoas isoladas são as mais afetadas. A depressão ocorre mais no primeiro ano após o diagnóstico.
Em um estudo amplo e significativo com 4,7 milhões de pacientes com câncer, 2491 pacientes cometeram o suicídio e o risco de suicídio foi 2,7 vezes maior nos primeiros 6 meses após o diagnóstico.
Na doença depressiva, os sintomas são mais severos e prolongados, a anedonia (perda de prazer ou interesse em atividades habituais) é muito comum, os sentimentos de desespero, culpa e desesperança são pervasivos, as pessoas se isolam e a ideação suicida pode estar presente. Esse quadro requer tratamento seja psicoterápico e/ou medicamentoso.
Cada vez mais voluntários, pacientes, familiares, acompanhantes e profissionais de saúde assistem o sofrimento do novo paciente sem prestar o devido apoio. Indo desde a percepção da própria vulnerabilidade, tristeza, fantasias e medo do desconhecido, sendo considerado uma resposta natural da pessoa que vivência a doença e seu tratamento, até reações mais intensas levando a um distúrbio psiquiátrico diagnosticável. Em cerca de 1/3 dos pacientes com estas reações, ocorre a evolução para depressão, ansiedade e transtornos.
O país tem avançado muito em relação aos benefícios legais que oferece aos pacientes oncológicos, no entanto, ainda precisa garantir melhores estruturas, condições e profissionais das diversas especificidades da área de saúde para atender a demanda que a cada ano aumenta com o constante aumento de novos casos.
CAMPANHA PRECISO VIVER – Desde 2018
A campanha Preciso Viver acontece anualmente há seis anos durante o mês de abril e tem como marco principal a data, dia 08 de abril, dia estipulado no calendário nacional como Dia Nacional de Combate ao Câncer. O objetivo da Campanha é trazer diferentes temas relacionados ao combate ao câncer.
“A Rede Nacional de Combate ao Câncer e suas regionais espalhadas em vários estados brasileiros têm como missão alertar a população e garantir que todos os pacientes oncológicos tenham acesso a um tratamento de saúde de qualidade, humanizado e completo” – ressalta Alice Jorge Dino, voluntária-presidente da Rede Nacional de Combate ao Câncer e coordenadora da Casa de Apoio da Fundação Antonio Dino no Maranhão.
Nos anos anteriores alguns temas discutidos e colocados em pauta através da Campanha Preciso Viver levaram a conquistas e melhorias significativas para os pacientes oncológicos em todo o país.
• 2018 Tema: Quem tem Câncer tem pressa Alertou o poder público da, que estabelece prazo máximo de 30 dias para que as unidades do Sistema Único de Saúde (SUS) realizem exames diagnósticos e executem procedimentos necessários à saúde dos pacientes.
• 2019 Tema: Promoção da saúde como garantia da qualidade de vida
• 2020 Tema: Controle do Câncer é prioridade
• 2021 Tema: O tratamento não pode parar
• 2022 Tema: Caminhos do Paciente Oncológico
Fez um paralelo entre REALIDADE E IDEAL, mostrando as dificuldades enfrentadas pela população a saúde básica, consequentemente um diagnóstico e início de tratamento tardio que leva a diminuição das chances de bons resultados e/ou cura.
REDE FEMININA DE COMBATE AO CÂNCER
Fundada em 06 de maio de 1978, tem como missão atuar na promoção da saúde por meio de campanhas de combate ao câncer, apoiar à assistência ao paciente oncológico e na gestão e instrução do voluntariado em 22 estados brasileiros.
Campanha Preciso Viver 2022
IDEAL X REALIDADE DO TRATAMENTO CONTRA O CÂNCER PELO BRASIL
A Rede Feminina Nacional de Combate ao Câncer – RFNCC lança a campanha Preciso Viver 2022. Anualmente, em alusão ao Dia Mundial de Combate ao Câncer, 08 de abril, a RFNCC define um tema voltado para um tratamento oncológico digno, humano e eficaz, em comum acordo com os voluntários e as voluntárias das 19 associações estaduais. Este ano o tema a ser discutido será “Os caminhos do Paciente Oncológico”. Cada vez mais voluntários, pacientes e profissionais de saúde assistem às dificuldades para o paciente oncológico ingressar no serviço de saúde pública, antes mesmo do diagnóstico. Como deveria ser? Como realmente é? Esta é uma das preocupações que move centenas de voluntários e voluntárias da RFNCC e milhares de pacientes a buscarem soluções para colocar o tratamento oncológico nos trilhos.
O IDEAL seria um diagnóstico precoce por parte dos profissionais de saúde durante a primeira consulta de queixa de um paciente em posto de saúde, consultórios… onde os mesmos, diante de uma possível suspeita de câncer, já o encaminhassem para um médico especialista ou um tratamento específico daquela situação. Como forma de buscar uma prevenção mais efetiva e assertiva, seria eficaz a inclusão na carga horária dos profissionais de saúde, durante a sua formação acadêmica, da capacitação para prevenção e combate contra o câncer. Além disso, o paciente, após diagnóstico do câncer, ter acesso a um prontuário virtual (site ou app) onde o mesmo, ou a quem necessário for acessar, tenha conhecimento do andamento do seu tratamento com data, hora, local e contato da instituição que o atende.
A REALIDADE é uma população com pouco acesso à saúde básica. O paciente, na maioria das vezes, antes mesmo de ser diagnosticado com câncer, passa por diversos profissionais de saúde onde os mesmos, por falta de conhecimento especializado ou experiência necessária em detectar ou suspeitar um possível câncer, optam por oferecer medicamentos paliativos à queixa do paciente. O final da história é um diagnóstico de câncer tardio, em estado avançado, às vezes, sem possibilidade de cura. Além disso, o paciente, ao ser diagnosticado com câncer, na maioria dos casos, não possui ferramentas adequadas para acompanhar o processo de seu tratamento.
A Organização Mundial da Saúde (OMS) aponta que o Brasil conta com mais de 1,5 milhão de pessoas que dependem de tratamento oncológico, número que tende a aumentar este ano (2022) para 625 mil novos casos de acordo com a previsão do Instituto Nacional do Câncer (Inca). FUNDAMENTAL QUE NÓS VOLUNTÁRIOS E COMUNIDADE COBREMOS SOLUÇÕES E AJUDEMOS O PODER PÚBLICO A ELABORAR ESTRATÉGIAS E MECANISMOS QUE POSSIBILITEM SOLUÇÕES PARA NOSSOS PACIENTES. Alice Jorge Dino, voluntária-presidente da Rede Feminina Nacional de Combate ao Câncer e coordenadora da Casa de Apoio da Fundação Antonio Dino no Maranhão.
A Rede Feminina Nacional de Combate ao Câncer, junto com as redes e instituições a ela afiliadas, irá promover e despertar discussões sobre OS CAMINHOS DO PACIENTE ONCOLÓGICO, uma jornada ainda muito longa e com pouca infraestrutura no Brasil. As Redes Estaduais utilizarão sua realidade local para levar evidências até o poder público, questionar por soluções e oferecer ajuda voluntária da RFNCC. Afinal, atuar na promoção da saúde por meio de campanhas de combate ao câncer, apoiar à assistência ao paciente oncológico é a nossa missão.
Campanha Preciso Viver 2021
A Rede Feminina Nacional de Combate ao Câncer selecionou como tema da campanha Preciso Viver 2021: “O tratamento Não Pode Parar”. Diante da situação sanitária mundial e do agravamento da pandemia da Covid-19, assistimos, desde o ano de 2020, a elevação da piora acentuada da saúde dos pacientes oncológicos, suspensão dos tratamentos adequados, além do grande número de pessoas que estão com câncer em estágio inicial e não estão sendo diagnosticados.
Segundo um estudo realizado pelo Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, em parceria com a Organização Mundial da Saúde, o impacto da pandemia em pacientes com câncer é alarmante. “No mundo todo, incluindo o Brasil, mais de 52% dos pacientes atrasaram cirurgias ou tratamentos como quimioterapia e radioterapia; 77,5% interromperam os cuidados; e muitas pessoas descobriram com atraso ou ainda nem sabem que tem câncer: a queda de novos diagnósticos foi de 77%. O oncologista do Sírio-Libanês e consultor da OMS Felipe Roitberg salienta que a telemedicina, o rastreio de pacientes em tratamento e o controle de fluxo nos hospitais são boas soluções neste momento”. Fonte: G1
Não podemos dissociar os resultados destes estudos da polêmica da inserção dos pacientes oncológicos brasileiros no Plano Nacional de Operacionalização da Vacinação contra Covid-19. Médicos brasileiros defendem que grupo deveria ser prioritário na fila da vacinação, sem restrições.
“Um novo estudo brasileiro mostra que os pacientes oncológicos com Covid-19 têm taxa de mortalidade de 16,7%, seis vezes mais que o índice global, de 2,4%. A pesquisa fortalece o argumento de especialistas da área, defensores de que as pessoas com câncer sejam prioritárias na vacinação.
A pesquisa, publicada no Journal of Clinical Oncology (JCO), foi conduzida por médicos do grupo Oncoclínicas, que identificaram e acompanharam 198 pacientes oncológicos que desenvolveram Covid-19 entre março e julho de 2020. Destes, 33 morreram. Dentro do grupo de pacientes oncológicos, fatores aumentaram o risco de um mau prognóstico: pacientes idosos tinham maior chance de mortalidade por Covid-19, assim como aqueles com comorbidades anteriores e histórico de tabagismo.
A maior taxa de mortalidade foi encontrada em pacientes com neoplasias do trato respiratório (43,8%), principalmente câncer de pulmão metastático, e tumores hematológicos, como linfomas e leucemia. Mas, de forma geral, segundo o oncologista Bruno Ferrari, fundador e presidente do Conselho de Administração do Grupo Oncoclínicas, o pior prognóstico está relacionado à fase da doença em que o paciente se encontra, com maior risco para quem tem
câncer ativo, progressivo ou metastático.”
As estimativas da Organização Mundial da Saúde (OMS) apontam que o Brasil conta com mais de 1,5 milhão de pessoas que dependem de tratamento oncológico, número que tende a aumentar, de acordo com a previsão do Instituto Nacional do Câncer (Inca) de novos 625 mil diagnósticos para 2021.
Desta forma é fundamental a elaboração de estratégias e mecanismos que possibilitem a mitigação dos danos já existentes, bem como soluções que possam evitar as previsões catastróficas divulgadas pelas autoridades sanitárias mundiais.
A Rede Feminina Nacional de Combate ao Câncer, junto com as instituições a ela afiliadas, irão promover a discussão dos dados referentes ao cenário atual da oncologia no Brasil, por estado, utilizando, para isso, os meios de comunicação e mídias sociais, para promover lives com gestores públicos, oncologistas, depoimentos de pacientes e voluntários, para uma sensibilização ante a realidade do paciente oncológico.
A Rede Feminina Nacional de Combate ao Câncer possui afiliadas em 22 estados do Brasil e possui como meta “atuar na promoção da saúde, por meio de campanhas de combate ao câncer, apoio à assistência ao paciente oncológico, e na gestão do voluntariado”.
Campanha Preciso Viver 2020
Rede Feminina Nacional de Combate ao Câncer (RFNCC) realizará campanha Preciso Viver 2020 com tema “Controle do câncer é prioridade” Promovida pela Rede Feminina Nacional de Combate ao Câncer (RFNCC), em conjunto com as Redes Estaduais, a campanha “Preciso Viver” entra em sua terceira edição. A ação acontece em todo o Brasil no mês de abril, em alusão ao Dia Mundial de Combate ao Câncer, instituído em 08 de abril. Este 2020, a campanha traz como tema o “Controle do câncer é prioridade”, reforçando a importância de promover o controle do câncer nas agendas brasileiras como prioridade.
No mundo inteiro, o aumento significativo do número de casos envolvendo a doença é uma preocupação, com cerca de 18,1 milhões de registros e, deste total, 9,6 milhões de pacientes acabam indo a óbito, de acordo com o último estudo realizada pelo Centro Internacional para Pesquisa do Câncer (IARC). O alerta é para o aumento de 50% de registros nas próximas duas décadas, uma vez que sem a atenção adequada, em 2030 a tendência é haver 21 milhões de novos casos e 14 milhões de mortes.
E quando relacionado ao Brasil, o cenário mostra que o câncer já é a segunda causa de mortalidade. O Instituto Nacional de Câncer José Alencar Gomes da Silva (Inca) divulgou dados que apontam para o registro de 600 mil novos casos por ano em 2018 e em 2019, enquanto o observatório de Oncologia já estima que em 2029 a doença seja a primeira causa de morte no país.
A presidente da RFNCC e da Rede Feminina Combate ao Câncer do Piauí (RFCC-PI), Carmen Campelo, esclarece que a maior parte dos pacientes afetados tem poucas alternativas para realizar o tratamento no âmbito privado. “Por conta disso, é preciso reforçar a intensificação no desenvolvimento, incorporação e oferta de tratamentos inovadores pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Essa é uma atitude importante para garantias de melhores condições de vida e cura”, explica.
Implantar políticas públicas consonantes com as necessidades, além de fazer um chamado à sociedade para práticas saudáveis e preventivas, são ferramentas importantes para agendar o controle do câncer como prioridade social. Ressalta-se que mesmo com tecnologia e profissionais capacitados, o Brasil ainda passa por entraves burocráticos que impossibilita exercer todo seu potencial na busca por resultados positivos e significativos.
Campanha reforça atenção ao câncer
É diante dessa preocupação que a campanha tem atuado para introduzir na sociedade a atenção ao diagnóstico precoce e ratificar que a saúde é um direito de todos e um dever do Estado. Na luta para redução desses dados preocupantes, hospitais com alta tecnologia no Brasil pesquisam inovações em tratamentos, tecnologias e medicamentos que tem por intuito melhorar a condição de vida do paciente, além de atuarem na busca por garantir a sobrevida e a cura.
A presidente Carmen Campelo pontua que para tornar efetiva a atenção oncológica, além do governo, outros elementos precisam estar envolvidos nesse processo. “É importante frisar a participação de médicos, profissionais, pesquisadores, órgãos de controle, mídia e sociedade civil, nessa luta que é pela vida e pelo entendimento do câncer como assunto prioritário na agenda social. A campanha traz essa discussão de extrema importância e nos leva a compreender nosso papel em tudo isso, em como podemos ajudar e a ver que nossos hábitos precisam ser modificados”, declara a presidente.
Carmen segue ressaltando que esse processo de engajamento socialmente das pessoas à luta ainda é longo e precisa ser bem executado. Ela pontua ainda que são essenciais melhorias nos procedimentos e investimentos nas áreas que estão ligadas à oncologia. “Dentro desse contexto, os órgãos de controle têm por responsabilidade garantir, de modo eficiente, o cumprimento de todas as normas legais e, também, das políticas públicas estabelecidas, além de fiscalizar a atuação dos gestores. Também friso que é importante se atentar a hábitos que contribuem para aumento do número de casos da doença, como fumar, consumir álcool em excesso, sedentarismo e ter uma alimentação não saudável”, acrescenta.
O diagnóstico tardio, além de trazer grande impacto econômico uma que vez gera despesas que poderiam ser evitadas com a prevenção e/ou descoberta da doença ainda na fase inicial, também preocupa porque traz danos irreversíveis aos pacientes. O intuito da campanha, portanto, é levantar essas discussões importantes à medida que realiza ações nacionais envolvendo a temática, além de salientar o caráter essencial da luta contra o câncer como uma pauta urgente que deve ser debatida pela sociedade e pelo Estado.
Campanha Preciso Viver 2019
Release Campanha Preciso Viver 2019.
A Campanha Preciso Viver foi criada e lançada em 2018 com o objetivo de chamar atenção dos governantes e da população para o problema do câncer no Brasil. A cada ano a campanha terá uma temática diferente. Em 2018, salientou a relevância do tratamento de saúde humanizado e tempestivo para os pacientes oncológicos. Foram mobilizados vários voluntários vestidos de branco e rosa em pontos estratégicos das cidades, em todo país, com o intuito de sensibilizar as autoridades municipais e estaduais para garantir a aplicabilidade e eficácia da Lei 3752/12, que estabelece prazo máximo de 30 dias para que as unidades do Sistema Único de Saúde (SUS) realizem exames diagnósticos e executem procedimentos necessários à saúde dos pacientes.
Campanha “Preciso Viver” 2019 aborda a promoção da saúde como garantia da qualidade de vida. Considerado um direito fundamental do ser humano, reconhecido pelos foros mundiais, e no Brasil é um direito com garantia constitucional, a saúde é tida como o melhor e maior recurso para os desenvolvimentos social, econômico e pessoal, contribuindo para a promoção e melhoria da qualidade de vida da sociedade. Diante disso, a campanha “Preciso Viver 2019”, que será lançada pela Rede Feminina de Combate ao Câncer do Piauí (RFCC-PI), juntamente com todas as Redes Estaduais do País no dia 07 de abril, tem como tema, a promoção da saúde como garantia de qualidade de vida. De acordo com o Ministério da Saúde, a promoção da saúde lida com estilos de vida. Com as formas de viver constituídas nas sociedades modernas, onde a população perde de vista o que é uma vida saudável e passa a adaptar-se a uma forma de vida sedentária e estressante, com o predomínio de consumo de alimentos industrializados com altos teores de sal e ácidos graxos saturados, com o abuso de drogas lícitas ou ilícitas, que são determinantes fundamentais na geração de doenças. Doenças determinadas também por problemas mais comuns nas populações menos favorecidas como o medo, a desesperança, a dificuldade de acesso a bens e valores culturais e de cidadania.
O World Câncer Research Fund publicou que o consumo de verduras e frutas regularmente reduz a taxa de câncer em 20%. A associação desta alimentação saudável com a atividade física alcança taxas de redução de 30 a 40%. A campanha, que está em sua segunda edição, será realizada durante todo o mês de abril em alusão ao dia 08/04, dia Mundial do Combate ao Câncer. Ano passado, o movimento destacou o direito dos pacientes oncológicos a um tratamento de saúde digno, humanizado e tempestivo. Com o intuito de ser realizada todos os anos, a cada edição, a campanha abordará uma temática diferente, voltada, sobretudo, para o tratamento oncológico, em seus diversos aspectos. Durante todo o mês de abril as Redes Femininas e demais associadas promoverão ações voltadas para a promoção de hábitos e estilos de vida saudáveis, com ênfase no estímulo a alimentação saudável, atividade física, comportamentos seguros e combate ao tabagismo.
Considerado dois temas estritamente relacionados, saúde e qualidade vida estão ligados em virtude de um complementar o outro, ou seja, segundo pesquisadores e cientistas, a saúde contribui significativamente para a melhoria da qualidade de vida de um indivíduo ou de uma sociedade. Sendo assim, buscando essa melhoria e a garantia da saúde, o ser humano atinge também, um completo estado de bem-estar físico, mental e social, devendo, antes de tudo, identificar aspirações, satisfazer necessidades e modificar favoravelmente o ambiente natural, político e social. Esse ano, atividades voltadas para a promoção da saúde e qualidade de vida serão realizadas durante todo o mês de abril, como parte da programação definida pela RFCC-PI. Campanha no Piauí A mobilização do dia D da campanha da Rede Feminina de Combate ao Câncer do Piauí (RFCC-PI) acontecerá no dia 07/04, a partir das 6h30min, com a 1ª Corrida Run For Life, com largada do Lar de Maria com chegada no mesmo local. Durante todo o mês de abril a RFCC/PI promoverá ações voltadas para a promoção de hábitos e estilos de vida saudáveis, com ênfase no estímulo a alimentação saudável e prática de atividade física.
Para o Voluntário saber: Preciso Viver A logomarca da campanha “Preciso Viver” apresenta as cores azul e rosa. Os tons escolhidos, além da representação feminina, trazem em seu espaço interno o azul e suas nuances de aproximação com o rosa, o que gera um equilíbrio entre o aconchego e a paz, em um abraço em forma de laço que aquece o coração e acolhe de maneira especial, no momento em que mais precisa. Ações que ainda serão definidas durante a campanha: “Aulões” de dança, ginástica, etc. em parceria com academias ou universidades (curso de educação física); Parceria com universidades (cursos de nutrição, educação física, enfermagem, psicologia, fisioterapeuta etc.) para ação em escolas/universidades/empresas voltadas para a importância de alimentação saudável, exercícios físicos, saúde mental, postura. Exemplos: palestras, feira de produtos orgânicos e saudáveis, campeonato esportivo, exames rápidos com a equipe de enfermagem, Psicólogas trabalharem os temas de mágoas/stress, Fisioterapeuta realizar atividade de relaxamento e demonstrar postura correta. Parceira com Secretaria municipal ou estadual de saúde para ação voltada para atenção básica.
Por exemplo: conseguir ação com profissionais do curso de nutrição nos postos de saúde para orientação nutricional dos pacientes presentes. Parcerias com prefeitura ou estado que tenham programas de produtos orgânicos, para as Redes divulgarem e realizar alguma ação durante a realização da feira. Realizar parceria com a Embrapa local para criação ou divulgação de programa de implantação de horta comunitária ou doméstica por exemplo: instalar horta com parceria da Embrapa em algumas escolas públicas ou particulares.
Campanha Preciso Viver 2018
Release Institucional.
Rede Feminina Nacional de Combate ao Câncer lança campanha “Preciso Viver” Garantir que todos os pacientes oncológicos tenham acesso a um tratamento de saúde humanizado e tempestivo. Este é um dos objetivos da campanha “Preciso Viver” que será lançada pela Rede Feminina Nacional de Combate ao Câncer (RFNCC) juntamente com todas as Redes Estaduais do país no próximo dia 10 de abril. A campanha acontecerá pela primeira vez este ano e em cada edição apresentará uma temática. Ela será realizada sempre na primeira quinzena do mês de abril em alusão ao dia 08 de abril, instituído como Dia Mundial de Combate ao Câncer.
Nesta data todos os voluntários e pacientes, vestidos de branco e rosa, realizarão uma paralisação em cada Estado. O objetivo é sensibilizar as autoridades municipais e estaduais para garantir a aplicabilidade e eficácia da Lei 12.732/2012 e do PL 3752/12, que estabelecem prazo máximo de 60 e 30 dias, respectivamente, para que as unidades do Sistema Único de Saúde (SUS) realizem exames diagnósticos e executem procedimentos necessários à saúde dos pacientes.
Segundo a presidente da RFNCC, Carmen Campelo, a defasagem da tabela do Sistema Único de Saúde (SUS) é um dos fatores que comprometem o atendimento eficaz nos hospitais. “Existem procedimentos que não sofrem reajuste há alguns anos. Alguns deles são caros e os hospitais não recebem do Governo o valor necessário para arcar com as despesas. Isso causa um transtorno muito grande para os pacientes oncológicos que não usufruem de um atendimento de qualidade, diminuindo suas chances de cura e interferindo no gasto público com o câncer. Queremos chamar a atenção das autoridades sobre esses valores da tabela do SUS e para os procedimentos que ainda não a integram”, explicou a presidente.
Ainda de acordo com a presidente, para que a Lei 12.732/2012 e o PL 3752/12 (quando aprovado), sejam eficazes é necessário que as instituições possam ter condições de atender e oferecer o tratamento adequado aos pacientes oncológicos no período estimado. Porém, a falta de recursos do SUS compromete todo o processo. Segundo ela, a mobilização do dia 10 de abril tem como intuito sensibilizar as autoridades e chamar a atenção da população para a precariedade dos atendimentos.
“A nossa luta é para que os pacientes, que já sofrem ao descobrir que tem a doença e ao iniciarem um tratamento tão agressivo, recebam o mínimo de cuidado, de apoio, de atenção. Estamos falando de milhares de pessoas que são diagnosticadas e não podem ficar esperando por muito tempo o início do tratamento enquanto a doença avança. O nome da campanha é bem sugestivo quanto a isso. Temos uma lei e para que ela seja cumprida, o poder público deve ter um olhar mais atento e sensível para essas pessoas. Um dos nossos objetivos é sensibilizar as autoridades para essa questão”, declarou Carmen Campelo.
Em fevereiro desse ano o Instituto Nacional de Câncer (INCA) divulgou dados que apontam sete mil novos casos de câncer no Piauí em 2018 e 2019, sendo que 3.450 casos serão em homens e 3.450 em mulheres. Na perspectiva nacional, os dados revelam que devem aparecer 600 mil novos casos de câncer este ano. Além disso, o Banco Mundial alertou há anos sobre o aumento em 70% da incidência da doença em países de renda média, incluindo o Brasil.
O diagnóstico precoce do câncer e o início imediato do tratamento aumentam as chances de cura do paciente. Para direcionar o diagnóstico e tratamento da doença, a Secretaria de Assistência à Saúde do Ministério da Saúde (SAS/MS) publica Protocolos e Diretrizes Terapêuticas (PCDTs), que são utilizados quando há possibilidade de estabelecer critérios, parâmetros e padrões claros de tratamento e se baseiam nos medicamentos incorporados ao SUS pela Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS (CONITEC).
Para Carmen Campelo, o trabalho desenvolvido pela Rede Feminina Nacional de Combate ao Câncer, juntamente com as Redes Estaduais, não se resume a prestar assistência às famílias e aos pacientes oncológicos. “A entidade também está engajada a buscar melhorias e cobrar soluções do poder público nesse processo de atendimento e tratamento das pessoas que sofrem com o câncer”, finalizou a presidente da RFNCC.
Preciso Viver
A logomarca da campanha “Preciso Viver” apresenta as cores azul e rosa. Os tons escolhidos, além da representação feminina, trazem em seu espaço interno o azul e suas nuances de aproximação com o rosa, o que gera um equilíbrio entre o aconchego e a paz, em um abraço em forma de laço que aquece o coração e acolhe de maneira especial, no momento em que mais precisa.
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